Primeiro foi a mama da discórdia. Agora isto.
Se o sexo é assim tão mau e censurável, mas porque é que estes americanos não deixam de uma vez por todas de o fazer !?
Daqui a um século a espécie estava extinta, ou a caminhar para lá, e o mundo ficava de certeza com muito menos estúpidos.
Deixem tudo como está, que nós ainda vamos aí aproveitar os estádios para fazer Campeonatos do Mundo à séria, em vez dessa treta do Superbowl.
Cultura: Rolling Stones "censurados" na final do Superbowl
Detroit, Michigan, 05 Fev (Lusa) - Os Rolling Stones foram hoje os animadores no intervalo da final do campeonato de futebol norte-americano, a Superbowl, disputada em Detroit, Michigan, e a ABC, que transmitiu em directo, "censurou" duas das três canções dos avós do rock'n'roll.
Desde o incidente com Janet Jackson em 2004, quando o seio direito da cantora ficou a descoberto, que a cadeia de televisão norte-americana, possuidora do s direitos televisivos da Superbowl, introduziu um atraso de cinco segundos nas transmissões.
Esse pequeno atraso permitiu-lhe "editar" as letras sexualmente explícitas de dois dos temas cantados pelos Stones no intervalo da final entre os Pittsbur gh Steelers e os Seattle Seahawks.
Alvo da censura foram partes das letras de "Start me up" e de "Rough Justi ce", do mais recente álbum dos Rolling Stones.
Incólume, apesar das referências sexuais igualmente explícitas, passou o c ássico "(I can't get no) Satisfaction".
Antes do início do jogo, Stevie Wonder cantou uma mistura de alguns dos seus êxitos, acompanhado por John Legend, Joss Stone e India.Artie.
Na abertura, o hino nacional norte-americano foi cantado a três vozes por Aaron Neville, Dr. John e Aretha Franklin.
Em 2005, Paul McCartney foi o escolhido para animar o intervalo do maior a contecimento desportivo anual nos EUA.